O outro lado da moeda: Cesinha revela bastidores da derrota do João Pessoa na final

“Perdemos quando não podíamos falhar”: Cesinha abre o jogo após vice do João Pessoa na Interligas 2026

Redação / Leandro Souza /PORTAL JOINVILLE NA REDE
O outro lado da moeda: Cesinha revela bastidores da derrota do João Pessoa na final Cesinha concede entrevista exclusiva ao Portal Joinville na Rede e analisa os bastidores do vice-campeonato do João Pessoa na Copa Interligas Vale/Norte 2026.

A derrota dói. Ainda mais em uma final. Mas grandes campanhas também são construídas na superação, na coragem e na capacidade de reconhecer os próprios erros. Após o vice-campeonato da Copa Interligas Vale/Norte 2026, o técnico Cesinha concedeu entrevista exclusiva ao Portal Joinville na Rede e falou de forma sincera sobre a decisão diante do Floresta.



Em uma conversa forte e transparente, o treinador analisou os detalhes da final, lamentou o pênalti desperdiçado que poderia mudar a história da decisão, criticou a arbitragem e valorizou o legado construído pelo João Pessoa nas últimas temporadas.



“Erramos quando não podíamos errar”



Cesinha, antes de falar da final, qual é a sua avaliação geral da campanha do João Pessoa nesta Copa Interligas 2026?



Cesinha:

“Fizemos uma campanha consistente, mas falhamos muito quando não poderíamos ter falhado.”



Chegar até uma final de Interligas não é simples. O que mais te orgulhou no comportamento da equipe durante a competição?



Cesinha:

“Nosso time é muito unido. Somos uma família e, mesmo com a derrota, nada irá mudar.”



A decisão contra o Floresta foi extremamente intensa. Na sua visão, onde a final acabou sendo decidida?



Cesinha:

“Ganhou quem errou menos.”



O que foi pedido ao elenco no intervalo da partida decisiva?



Cesinha:

“Que tínhamos que voltar para o segundo tempo e ter vergonha na cara.”



O pênalti que poderia mudar a história



O adversário ficou com um jogador a menos ainda no primeiro tempo. Você acreditou que a virada poderia acontecer naquele momento?



Cesinha:

“O divisor de águas foi o pênalti perdido. Se tivéssemos convertido, acho que teríamos grande chance de conseguir a virada.”



Qual foi o maior mérito do Floresta nesta final e ao longo da competição?



Cesinha:

“Eles lutaram até o final.”



O legado do João Pessoa



Muitas vezes o vice-campeonato acaba escondendo grandes campanhas. O que esse grupo deixa de legado para o torcedor?



Cesinha:

“Somos uma equipe que jogou três Interligas, ganhamos duas e fomos vice em uma. Os resultados já dizem tudo.”



O João Pessoa mostrou novamente sua força no futebol amador regional. Qual é o segredo dessa competitividade?



Cesinha:

“A manutenção do elenco.”



Qual foi o jogo mais difícil emocionalmente durante a competição?



Cesinha:

“Os dois jogos contra a Sercos.”



A torcida teve papel importante na campanha?



Cesinha:

“Faz parte do contexto.”



Arbitragem e análise da competição



Como você avalia o nível técnico da Copa Interligas Vale/Norte 2026?



Cesinha:

“Foi a Interligas mais competitiva e equilibrada.”



A arbitragem foi tema de debate durante a competição. Como você analisa esse ponto?



Cesinha:

“Deixou muito a desejar, principalmente na final. Futebol amador tem que ser apitado por árbitros que estão acostumados com futebol amador.”



“É nas derrotas que aprendemos”



Mesmo com o vice-campeonato, o João Pessoa sai fortalecido para a sequência da temporada?



Cesinha:

“É nas derrotas que conseguimos enxergar o que precisa ser melhorado.”



O que o torcedor pode esperar da equipe no restante de 2026?



Cesinha:

“Fazer grandes campanhas em todos os campeonatos.”



Para encerrar: qual mensagem você deixa para atletas, diretoria e torcedores?



Cesinha:

“Só tenho a agradecer a todos. E também parabenizar a equipe do Floresta, que fez por merecer o título.”



O outro lado da moeda



Se o Floresta viveu a glória da conquista invicta, o João Pessoa mostrou mais uma vez por que segue sendo uma das maiores potências do futebol amador da região. Entre erros, superação e aprendizado, o clube encerra mais uma Interligas deixando sua marca na história da competição.



E talvez seja exatamente isso que faz uma grande final ser eterna: a existência de dois lados que ajudam a construir o mesmo capítulo.




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